José de Alencar: nacionalista ou fabulista?

Benito Petraglia

Resumo


José de Alencar (1829-1877) é um dos nossos escritores de mais alentada
fortuna crítica. Autor canonizado, lido nas escolas e universidades, tido como o real
fundador do nosso romance, é natural que assim seja. Logo, não seria fácil apresentar uma abordagem inteiramente original a respeito de sua obra. A parcial originalidade deste artigo, se me for permitida a expressão, está em seu enfoque e em sua conclusão. Faz-se uma espécie de recolha de algumas das principais análises feitas acerca do autor de Senhora. Recolha orientada para um determinado aspecto de sua produção literária -- os chamados romances “primitivos” e “históricos”, segundo a própria denominação dada por ele e aqui representados por Iracema (1865).

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