Os departamentos de polícia precisam de antropólogos?

Autores

  • Jennie M. Simpson American Anthropological Association (AAA)
  • Wilson Peña-Pinzón Universidad Nacional de Colombia

Palavras-chave:

antropologia, polícia, sistema de justiça criminal, conhecimento aplicado, políticas públicas de policiamento

Resumo

Tradução inédita em português de debate originalmente publicado em 2014

Traduzido por Francisco Thiago Rocha Vasconcelos e Silviana Fernandes Mariz


Tradução de debate a respeito da relação entre a antropologia e as organizações policiais, protagonizado por Jennie M. Simpson, antropóloga americana vinculada à American Anthropological Association (AAA), e Wilson Peña-Pinzón, antropólogo colombiano da Universidad Externado de Colombia (UExternado, Bogotá, Colômbia). A discussão se realizou no blog Anthropoliteia. Acreditamos que os dois pontos de vista -- o primeiro, mais otimista quanto aos benefícios de uma antropologia aplicada; o segundo, mais crítico -- oferecem a possibilidade de uma visão comparativa sobre diferentes propostas de vinculação entre antropólogos e polícias no continente americano.

Biografia do Autor

Jennie M. Simpson, American Anthropological Association (AAA)

Cientista social com experiência profissional e de pesquisa em justiça criminal e política de saúde comportamental, incluindo assistência técnica a instituições policiais na execução de respostas à crise de pessoas com transtornos de saúde comportamental e gestão de um programa de saúde comportamental. É doutora em antropologia com concentração em raça, gênero e justiça social pela American University (AU, Washington, D.C., EUA) e assistente do diretor editorial da American Anthropological Association (AAA). Foi professora adjunta no Departmento de Sociologia e Antropologia da Universidade de Maryland (UM, EUA).

Wilson Peña-Pinzón, Universidad Nacional de Colombia

Está escrevendo sua tese para um mestrado em estudos políticos da Universidad Nacional de Colombia (Unal, Bogotá, Colômbia). Tem desenvolvido trabalhos de pesquisa em torno da compreensão histórica do conflito armado colombiano por meio de diferentes pontos de vista de ciências sociais: morte e poder de atores do conflito, memória social e política em torno de guerra e suas representações do cinema. Foi professor da Unal e da Escuela Colombiana de Carreras Industriales (ECCI, Bogotá, Colômbia). Atualmente é professor e pesquisador do Departamento de Antropologia da Universidad Externado de Colombia (UExternado, Bogotá, Colômbia) e ministra cursos sobre conflitos armados e antropologia política.

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Publicado

2018-05-09

Edição

Seção

Tradução