‘Porque até pra ser errado tem que ser certo’: Reflexões sobre moralidades no crime

Sophia Prado

Resumo


Pensando em moralidades como uma categoria plural e situacional e considerando que o fato de ser socialmente identificado como bandido não retira do sujeito a necessidade de responder a julgamentos morais – internos e externos –, este artigo se propõe a refletir sobre os agenciamentos que envolvem essas negociações morais a fim de compreender como elas possibilitam a construção de novos cenários e sentidos. Tudo isso, a partir de uma pesquisa etnográfica realizada com dez jovens que, entre abril e julho de 2015, cumpriam medida socioeducativa de internação em uma unidade do Distrito Federal.

Palavras-chave


jovens autores de atos infracionais, moralidades, sujeição criminal, bandido, lei do crime

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