Esta que “é uma das delícias, e mimos desta terra...”

o uso indígena do tabaco (N. rustica e N. tabacum) nos relatos de cronistas, viajantes e filósofos naturais dos séculos XVI e XVII

Autores

  • Christian Fausto Universidade Estadual de Maringa
  • Fabiano Bracht
  • Gisele Cristina da Conceição Universidade de São Paulo

Palavras-chave:

Novo Mundo, Povos Indígenas, Tabaco, Filosofia Natural

Resumo

O tabaco (Nicotiana sp.) foi um dos elementos botânicos do Novo Mundo que mais aguçaram a curiosidade de diversos viajantes, eruditos, médicos e filósofos naturais em ambos os lados do Atlântico. As plantas do gênero Nicotiana rapidamente ganharam notoriedade entre homens de letras. O hiato entre as primeiras descrições sobre os diversos predicados do tabaco e sua introdução na Europa foi consideravelmente curto. É provável que os rumores a respeito das propriedades das plantas de Nicotiana tenham chegado à Europa concomitantente às primeiras folhas ou sementes. Muitos destes relatos incluíam informações a respeito de seu uso pelos povos indígenas. Sua relevância, em meio aos ameríndios, suscitou nos europeus, mesmo com todas as barreiras culturais, um considerável interesse por suas possíveis aplicações e uma irresistível disposição em justificar seu uso

Downloads

Não há dados estatísticos.

Downloads

Publicado

2026-03-29

Edição

Seção

Artigos