“Nós não compreendemos exatamente o que ela quis dizer com ‘vômito negro’”

Fundação Rockefeller, ciência e a epidemia de febre amarela de 1926

Autores

  • Ricardo dos Santos Batista

Palavras-chave:

Febre Amarela, Conhecimento científico, Saúde internacional, Fundação Rockefeller

Resumo

Este artigo analisa a incidência da febre amarela no Nordeste brasileiro no ano de 1926 e os seus desdobramentos científicos. Após a epidemia, foram realizadas inspeções em cidades nas quais ocorreram surtos, no intuito de refutar a existência da amarílica. Além disso, com o redirecionamento das atividades da Fundação Rockefeller, foi criado o laboratório da febre amarela, em Salvador, em 1928. Utilizam-se como fontes correspondências, relatórios e diários da Fundação Rockefeller e jornais brasileiros para compreender as especificidades da epidemia. O evento de 1926 foi de grande importância para o desenvolvimento da saúde internacional e influenciou estratégias e ações no controle da amarílica.

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Publicado

2026-03-29

Edição

Seção

Artigos