Assistência social, trabalho e anticomunismo na Guerra Fria
o feminismo “conservador” de Theresita Porto da Silveira (1939-1971)
Palavras-chave:
Feminismo, Biografia, Assistência Social, Guerra FriaResumo
Theresita Porto da Silveira foi diretora da Escola Técnica de Serviço Social do Rio de Janeiro (1938-1967) e jornalista, tendo participado de eventos no exterior e dialogado com diversos quadros do Estado brasileiro. Em 1946, criou um Comitê Nacional da Liga Internacional de Mulheres Pró-Paz e Liberdade (LIMPL), organização feminista transnacional com sede em Genebra. Theresita se dizia feminista, e, de fato, contribuiu para ampliar os espaços de atuação da mulher, mas, ao mesmo tempo, sua perspectiva era bastante conservadora: alegava que a mulher era responsável pelo lar, era anticomunista e defendia a moral cristã como norma. A partir de suas cartas trocadas com a LIMPL e de seus textos publicados em jornais, foi possível empreender um estudo biográfico que busca apresentar limites e possibilidades de atuação de uma mulher branca de classe média alta naquele contexto e como esses pertencimentos moldaram sua militância feminista.Downloads
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2026-03-29
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Artigos
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