O lugar da elegia: leitura de Propércio, 2.10

Rafael Brunhara

Resumo


Propõe-se neste artigo um breve comentário à elegia 10 do livro 2 de Propércio. Tendo em vista a relação intergenérica que nela se desenvolve, pretende-se verificar como se apresenta nesse contexto o jogo irônico próprio da elegia latina, como apresentado por Veyne (1985). Nesse sentido, toma-se como fundamental a observação de outra elegia properciana que expõe uma dinâmica entre poesia épica e elegíaca, a programática 2.1. 


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DOI: https://doi.org/10.25187/codex.v1i1.2841

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