Comparações seletivas das políticas e capacidades estatais na medicina regenerativa entre os EUA, o Reino Unido e o Brasil e o papel das associações supranacionais
DOI:
https://doi.org/10.51861/dmvqt.3.79aResumo
A medicina regenerativa é um campo de pesquisa e terapia interdisciplinar que foca na reparação, substituição ou regeneração de células, tecidos e órgãos para restaurar funções prejudicadas, incluindo defeitos congênitos, doenças e envelhecimento. O presente artigo se propõe primeiro, a estabelecer comparações breves entre algumas das tendências estruturais e capacidades institucionais na área no Reino Unido, nos Estados Unidos da América e no Brasil, além de descrever os efeitos no setor das atividades das principais associações transnacionais. A pesquisa compreende um estudo bibliográfico e documental qualitativo de informações das agências financeiras e regulatórias nacionais e supranacionais junto a uma revisão de artigos em ciências sociais de especialistas relevantes. Se conclui mostrando a escassez e obstáculos das agências públicas especializadas na área, que possam planejar políticas orientadas a missões de modo centralizado e os benefícios e limitações, para o mercado e o bem-estar dos pacientes, das tendências atuais à diversificação regulatória.
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