Tempo, silêncio e esquecimento: o que ficou da experiência dos jovens de Santa Maria?

Autores

  • Volnei Antonio Dassoler
  • Sonia Borges Cardoso de Oliveira Nucleo Interdisciplinar de Pesquisa e e Intercâmbio para a Infância e Adolescência Contemporâneas, Rio de Janeiro, Brasil. https://orcid.org/0000-0003-1238-4497

DOI:

https://doi.org/10.54948/desidades.v0i4.2588

Resumo

A madrugada do dia 27 de janeiro de 2013 ocupou as manchetes da imprensa nacional e internacional com a divulgação da morte de 242 pessoas, a maioria jovens, em consequência de incêndio ocorrido em uma das boates de Santa Maria, Rio Grande do Sul (Brasil). Passados quase dois anos do ocorrido, a cidade guarda em sua história não somente os relatos de perda, angústia e desesperança, mas também de mobilização coletiva e reflexão. 
Na seção Espaço Aberto desta edição, Sonia Borges, Editora Associada da DESidades, entrevista o psicanalista Volnei Antonio Dassoler, membro do comitê gestor do Acolhe Saúde, serviço de Atenção Psicossocial às vítimas do incêndio na boate Kiss da Prefeitura Municipal de Santa Maria - RS. Para ele, o dia 27 de janeiro de 2013 é um dia que ainda não terminou e que deverá marcar toda uma geração de jovens e crianças da cidade de Santa Maria. Leia mais.

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Biografia do Autor

Sonia Borges Cardoso de Oliveira, Nucleo Interdisciplinar de Pesquisa e e Intercâmbio para a Infância e Adolescência Contemporâneas, Rio de Janeiro, Brasil.

Psicóloga, doutora em Psicologia, pesquisadora permanente do Núcleo Interdisciplinar de Pesquisa para Infância e Adolescência Contemporâneas (NIPIAC/UFRJ). Editora Associada da DESidades, atua principalmente nos seguintes temas: psicologia e intervenção clínica; juventude e adolescência; grupos de discussão; processos de subjetivação e o lugar do sofrimento no contemporâneo.

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Publicado

21-10-2015

Edição

Seção

ESPAÇO ABERTO