Juventude favelada e violência armada

Impactos visíveis e invisíveis

Autores

DOI:

https://doi.org/10.54948/desidades.v1i44.72871

Palavras-chave:

Juventude, Violência armada, Favela, Segurança Pública, Racismo

Resumo

Este estudo teve por objetivo refletir sobre os impactos da violência armada sobre jovens moradores do território de Manguinhos, um conjunto de favelas da cidade do Rio de Janeiro/RJ. Trata-se de uma pesquisa qualitativa exploratória, com a realização de entrevistas semiestruturadas e o uso da análise de conteúdo temática. Discute-se como a violência armada, a política de segurança pública e o racismo estrutural afetam a vida, a saúde da juventude e o seu território de moradia, assim como as estratégias de proteção utilizadas diante desse cotidiano. Apesar de o impacto mais visível da violência armada ser a alta taxa de homicídios, principalmente sobre jovens negros e periféricos, os resultados mostram rebatimentos na saúde física e mental da população.

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Biografia do Autor

Isabel, Fundação Oswaldo Cruz, Rio de Janeiro, Brasil

Doutoranda pelo Programa de Pós Graduação em Informação e Comunicação em Saúde pela Fundação Oswaldo Cruz, Brasil. Pesquisadora na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Brasil, e assistente social na Redes da Maré, Brasil. 

Mayalu, Fundação Oswaldo Cruz, Rio de Janeiro, Brasil

Doutora em Saúde Coletiva. Pesquisadora no Departamento de Estudos sobre Violência e Saúde Jorge Careli/ Programa de Pós Graduação em Saúde Pública/ Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca/Fundação Oswaldo Cruz, Brasil.

Fernanda, Fundação Oswaldo Cruz, Rio de Janeiro, Brasil.

Professora e pesquisadora no Departamento de Estudos sobre Violência e Saúde Jorge Careli/Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca/Fundação Oswaldo Cruz e Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), Brasil. Atua nos temas saúde coletiva, violência e saúde, políticas de drogas, racismo e psicologia social comunitária.

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19-06-2026

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TEMAS EM DESTAQUE - SEÇÃO TEMÁTICA: VIOLÊNCIA ARMADA DO ESTADO: IMPACTOS NA SAÚDE DE CRIANÇAS E JOVENS