Do bem comum da Pólis em direção à Cidade de Deus: o conceito de política em Agostinho de Hipona em comparação com Aristóteles

Autores

  • Jefferson Evaristo UERJ

DOI:

https://doi.org/10.55702/medievalis.v7i1.44294

Resumo

Na história do pensamento humano, poucos conceitos foram tão debatidos, interpretados, significados e ressignificados quanto o de política. Argumento teórico complexo e produtivo, é objeto de interesse da Filosofia, da Teologia, da Psicologia, dos Estudos Linguísticos, da Sociologia, do Direito e de outras áreas do pensamento. Ao mesmo tempo, é de interesse comum a todos os homens, ainda que eles entendam a política não dentro de uma escola conceitual ligada à determinada área, mas como um senso comum que associa a política do dia a dia e os acontecimentos relacionados aos políticos com cargos ao conceito de política per se. Em nosso texto, buscamos associar dois momentos fundantes da evolução do conceito de política e associá-los de forma a criar um panorama que indique, no período agostiniano, o quando de influência aristotélica ainda poderia ser encontrado. Para tanto, buscamos compreender as primeiras compreensões do termo encontradas em Aristóteles, em seu Política e associá-lo com as impressões de Santo Agostinho em seu Confissões.

Biografia do Autor

Jefferson Evaristo, UERJ

Doutor em Língua Portuguesa pela UERJ (2020) e doutor em Letras Neolatinas (língua italiana) pela UFRJ (2019). Mestre em Letras Neolatinas pela UFRJ. Formado em Letras Português/Italiano e especialista em Língua Italiana - Tradução, ambos pela UERJ. Atualmente é professor de Língua Portuguesa na UERJ.

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Publicado

2021-04-09

Edição

Seção

Artigos