Fernando Namora: do humanismo interferente ao tema do ser acossado

Vítor Viçoso

Resumo


[Início do primeiro parágrafo] A geração de 40, associada à irrupção do Neo-Realismo em Portugal, teve em Coimbra um dos seus núcleos mais dinamizadores. Ali se publicaram a colecção de poesia do “Novo Cancioneiro” (1941-44), cujo livro de abertura foi da autoria de Fernando Namora (Terra), o romance também deste escritor Fogo na noite escura (1943), que iniciou a série dos “Novos Prosadores” da Coimbra Editora (1943-1948), e a revista Vértice que, depois da refundação, em 1945, foi um dos mais importantes órgãos teorizadores de uma poética inspirada na macronarrativa marxista. Nela, participaram, entre outros, Joaquim Namorado, Carlos de Oliveira, João José Cochofel, Mário Braga, Arquimedes da Silva Santos, Alves Redol e Mário Sacramento

Palavras-chave


Fernando Namora; humanismo interferente.

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DOI: https://doi.org/10.35520/metamorfoses.2019.v16n1a28226

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