A ARKHÉ DO NOVO MUNDO E A “OPINIÃO DE PLATÃO”: INTEGRAÇÃO E CONTATOS

Autores

  • Maria das Graças de Moraes Augusto Professora titular do Departamento de Filosofia do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da Universidade Federal do Rio de Janeiro e do Programa de Pós-graduação em Lógica e Metafísica.

DOI:

https://doi.org/10.26770/phoinix.v23.2.n8

Palavras-chave:

Platonismo e Tradição Clássica no Brasil, Simão de Vasconcelos e a Crônica da Companhia de Jesus, Platonismo e anarquismo, Maria Lacerda de Moura, José Oiticica.

Resumo

A presença dos clássicos gregos na formação do Brasil é um tema que abarca uma diversidade de experiências, tanto no que diz respeito a processos de integração – na medida em que o Brasil integrou-se à “sabedoria das nações” –, quanto a múltiplos contatos que permitiram a compreensão das dimensões histórica, política e cultural, em que a nação brasileira se conformou. É, pois, sob essa ótica, a da integração e dos contatos, que nos propomos a apresentar uma primeira análise acerca dos “modos” nos quais os diálogos platônicos foram integrados a uma determinada compreensão do Brasil: de um lado, sua presença no século XVII nas análises do padre Simão de Vasconcelos, e, de outro, a visão crítica do Brasil na primeira metade do século XX, expressa nas obras de dois pensadores anarquistas: Maria Lacerda de Moura e José Oiticica.

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Publicado

2020-07-24

Como Citar

AUGUSTO, Maria das Graças de Moraes. A ARKHÉ DO NOVO MUNDO E A “OPINIÃO DE PLATÃO”: INTEGRAÇÃO E CONTATOS. PHOÎNIX, [S. l.], v. 23, n. 2, p. 124–152, 2020. DOI: 10.26770/phoinix.v23.2.n8. Disponível em: https://revistas.ufrj.br/index.php/phoinix/article/view/32963. Acesso em: 19 abr. 2024.

Edição

Seção

Artigos