A CONSTRUÇÃO DO SIGNIFICADO DE ‘ELEGÂNCIA’ E ‘SUTILEZA’ NO TRATADO DE VITRÚVIO DE ARQUITETURA

Claudio Walter Gomez Duarte

Resumo


Motivados pela passagem 4,1,8 do tratado De Arquitetura de Vitrúvio (ca. 30/20 a.C.), este artigo objetiva atestar uma legítima mudança na concepção arquitetônica dos templos dóricos gregos. Esta é abordada na interface da análise entre as fontes textuais e a cultura material. Verificamos a relevância e o papel que tiveram a “elegância” e a “sutileza”, segundo Vitrúvio, no modus operandi dos arquitetos gregos, como recursos técnicos e metodológicos para o desenvolvimento do projeto do templo dórico grego entre os séculos V-II a.C. Visamos esclarecer e estabelecer vínculos entre esses conceitos relativamente subjetivos e a lógica subjacente que norteou os arquitetos, tanto em projeto quanto nas aplicações precisas em obra. Concluímos que a “Elegância” e a “Sutileza” foram conceitos que fizeram parte da formação do arquiteto grego, e se refletiram de maneira notável, o que resultou numa arquitetura monumental extremamente requintada, elegante e sutil.


Palavras-chave


elegância; sutileza; Vitrúvio; templos dóricos; arquitetura grega

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DOI: https://doi.org/10.26770/phoinix.v26.2n07

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