José Majojo e Francisco Moçambique, marinheiros das rotas atlânticas
notas sobre a reconstituição de trajetórias da era da abolição
Palabras clave:
Grã-Bretanha, Micro-históriaResumen
Este artigo pretende-se um exercício de reconstituição de trajetórias de vida da era da abolição, a partir dos casos dos africanos José Majojo e Francisco Moçambique, marinheiros escravos do navio Dois de Fevereiro na rota Rio de Janeiro-Benguela, que foram emancipados e enviados para Trinidad depois que o navio foi apreendido pela Marinha Real britânica em 1841. Além de discutir a documentação gerada pela campanha de repressão ao tráfico de escravos empreendida pela Grã-Bretanha e outras fontes pertinentes, o artigo situa os dois personagens nos contextos conhecidos da história do Atlântico na era da abolição e propõe contextos novos, que, por sua vez, são iluminados pelas trajetórias desses africanos.Descargas
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Publicado
2026-03-29
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Artigos
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Derechos de autor 2025 Topoi. Revista de História

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