Tecer redes, proteger relações
portugueses e africanos na vivência do compadrio (Minas Gerais, 1720-1750)
Palabras clave:
Escravidão, Parentesco, Brasil Colônia, CompadrioResumen
Este artigo analisa as relações de compadrio tecidas em importante núcleo minerador no âmbito da América Portuguesa e levanta novas questões sobre o tema. Através da história de livres, escravos e forros procura-se entender como a sociedade colonial institucionalizou práticas ao transgredir a norma eclesiástica que proibia a participação de pais como padrinhos dos próprios filhos. Além disso, a análise aponta como os vínculos entre compadres, padrinhos e afilhados produziram várias reciprocidades e como o apadrinhamento também se refletia em legados e bens deixados por aqueles que fizeram do compadrio prática de eleição de uma povoação em processo de formação.Descargas
Los datos de descargas todavía no están disponibles.
Descargas
Publicado
2026-03-29
Número
Sección
Artigos
Licencia
Derechos de autor 2025 Topoi. Revista de História

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.