Sobre um futuro que nunca chega

Diego Moreira Matos

Resumo


Dentro do complexo universo da produção contemporânea brasileira, especialmente de seus últimos 15 anos, viu-se nascer nos vários contextos urbanos – mesmo distantes fisicamente do eixo Rio-São Paulo − uma geração de artistas polissêmica tanto em termos de linguagem como em termos dos temas abordados. Até aqui, nenhuma novidade. São, entretanto, sujeitos profundamente implicados nas mudanças viscerais ocorridas nas cidades brasileiras desde os anos 80, mudanças que promoveram ambiguamente em seus espaços conflituosos a reiteração de um projeto moderno inacabado, contraposto aos valores de mercado supranacionais maquiados por novos valores culturais que a ação publicitária fomenta.


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