Janelas: da passagem do tempo ao cotidiano compartilhado

Talitha Bueno Motter

Resumo


Janela, derivada do latim Januella, o diminutivo de Janua, de porta de entrada, é ,assim, uma pequena porta. E por esse formato reduzido, habitualmente, não está designada a travessia do corpo do homem, mas a de seu olhar, como coloca a artista Letícia Lampert, “pois é da natureza da janela deixar que olhem através dela, é para isto que ela existe”. A janela é ainda recorte, enquadramento de uma vista, portanto é formadora de paisagens. Porque, assim como em uma pintura ilusionista (que também janela é), o que se vê não são as coisas isoladamente, “mas o elo entre elas, ou seja, uma paisagem”.


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