Sobre gatherings, ajuntamentos e hábitos de assemblagem / About gatherings: meetings and assembly habits

Fabiana Lopes

Resumo


Em meados de março de 2020, eu estava há poucos dias de minha chegada à cidade de Porto Alegre (Rio Grande do Sul) para os preparos da 12a edição da Bienal do Mercosul. Como uma das curadoras adjuntas da Bienal 12|Porto Alegre, eu chegaria à cidade quatro semanas antes da abertura da exposição, programada para 16 de abril, e acompanharia, mais de perto, os  processos das artistas que também chegariam à cidade com antecedência a fim de desenvolver pesquisas adicionais, para produzir seus trabalhos e/ou acompanhar sua montagem. Eu estava empolgada com esse gathering, com o encontro em presença, com o estar por perto durante a execução e instalação de muitas das obras do projeto, com o tempo do encontro para um café, da conversa demorada, do papo rápido na rua, dos múltiplas possibilidades de encontrar pessoas conhecidas na Praça da Alfândega, espaço público em torno do qual estão dois dos três espaços expositivos da bienal: o Memorial do Rio Grande do Sul e o Museu de Arte do Rio Grande do Sul. Esses momentos de encontro ampliariam, em grande parte, meu entendimento dos projetos e obras das artistas convidadas e me permitiriam experimentar o que seria uma vivência prática das possibilidades criadas por Feminino(s), visualidades, ações e afetos.  


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DOI: https://doi.org/10.37235/ae.n43.16

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