Trabalho de luto/trabalho de memória: a instância do estrangeiro
Resumo
A memória é a costura de elementos coletivos e individuais, cuja articulação compõe uma linearidade histórica, que constrói os alicerces daquilo que considerávamos obsoleto, mas que mais uma vez volta a nos assombrar no umbral da segunda década do século XXI, a saber, a identidade nacional. Levando isso em consideração, percebemos que o romance Azul corvo (2010) de Adriana Lisboa, nos transporta a um universo em que essa identidade se vê questionada a partir da experiência de morte, desafiando não apenas a identidade nacional, mas também um certo direito de hospitalidade.
Palavras-chave: experiência de morte; memória; luto.
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