Conceitos e métodos em curadoria de coleções osteológicas humanas

Andrea Lessa

Resumo


O interesse científico por remanescentes esqueléticos humanos recuperados em contexto arqueológico, no Brasil, remonta à primeira metade do século XIX, embora a formação das primeiras coleções tenha se iniciado algumas décadas depois. Atualmente, pelo menos nove instituições brasileiras de ensino e pesquisa científica são responsáveis pela salvaguarda de expressivas coleções esqueléticas humanas, as quais têm sido sistematicamente manipuladas em função do notável desenvolvimento da bioarqueologia no país. Por outro lado, o expressivo crescimento das frentes de trabalho voltadas para a arqueologia, principalmente a partir da década de 90, certamente representa a médio e longo prazo a formação de novas coleções e a demanda por protocolos capazes de orientar as ações voltadas para a conservação dos remanescentes humanos. Desta forma, o presente artigo discute aspectos teóricos e metodológicos, além de orientações práticas adequadas à realidade dos acervos brasileiros, buscando auxiliar na elaboração e execução de projetos de curadoria preventiva dos acervos osteológicos.


Palavras-chave


Curadoria; Coleções osteológicas humanas

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