O estatuto da história e seu papel social: um resgate do debate epistemológico a partir da década de 1970

Renato Aurélio Mainente, Vinicius Cranek Gagliardo

Resumo


O objetivo do presente artigo é pensar o papel social da escrita da história e do historiador a partir das reflexões em torno do estatuto da história do início da década de 1970. Neste momento, vários autores procuraram definir o lugar ocupado pelo conhecimento histórico dentro das ciências humanas, definição que passava pela consideração da história enquanto uma narrativa. Essa valorização do papel da escrita traz consequências para pensarmos o campo de atuação do historiador na sociedade, já que sua participação social dependeria diretamente do seu entendimento do que é história. Desse modo, propomos resgatar os principais argumentos de Paul Veyne, Hayden White e Michel de Certeau, expoentes do debate dos anos 1970, além de outros autores que mais recentemente retomaram suas reflexões, buscando entender a função social da história a partir destas diferentes posições teóricas.

Palavras-chave


Escrita da história; Papel social da história; Epistemologia da história;

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