Quem a vê ri
Lâmia, o caso do primeiro lékythos do Pintor de Megera e o teatro ateniense
DOI:
https://doi.org/10.17074/cpc.v1i49.67635Resumo
O artigo que se apresenta pretende, por meio de uma metodologia indiciária em documentação arqueológica/iconográfica e escrita, compreender quais os limites de um monstro – teras – na comicidade durante o Vº século AEC grego. Escapando das análises tradicionais sobre monstros, exemplificaremos Lâmia e sua função para o riso, entendendo certos aspectos comuns nas fontes, como a captura e a tortura, o hermafroditismo e o corpo grotesco, utilizados para fazer rir. Com esta reflexão, intenciona-se contribuir com o estudo dos terai em textos teatrais e em suportes de cultura material.
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