Drama e agón no Hipólito de Eurípides

Fernando Brandão dos Santos

Resumo


O estudo do agón tem merecido diversas abordagens, seguindo o interesse maior dos estudiosos que investigam o tema. Minha proposta com o presente trabalho é a de estabelecer as relações entre a trama formada por Afrodite (v. 1-57) no prólogo do Hipólito de Eurípides (Hippólytos stephanéphoros) e a cena de agón entre Teseu e Hipólito (v. 902-1089). Também queremos apontar as implicações dramáticas ao longo dessa peça apresentada em 428 a.C. (reescritura de uma versão anterior, o Hippólytos kalyptómenos, ora perdida para nós). Como base para nossa discussão, além do texto estabelecido por James Diggle (Oxford, 1984), examinamos as edições de W.S. Barret (Oxford, 1964) e a de David Kovacs (Cambridge; Harvard, 1995). Para o estudo do agón temos, entre outros, o clássico L' agon dans la
tragédie grecque, de Jacqueline Duchemin (Paris, 1968), e o The Agon in Euripides, de Michael Lloyd (Oxford, 1992).

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DOI: https://doi.org/10.17074/cpc.v2i30.7448

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