Ser criança em movimento: ontologias e alteridade na pesquisa com crianças

Gustavo Belisário d’Araújo Couto, Antonádia Monteiro Borges

Resumo


Neste artigo, convidamos os leitores a rejeitar classiicações apriorísticas do que é ser criança
e ser adulto, rural e urbano. Para alguns sujeitos com quem izemos a pesquisa, ser criança é
entendido como uma substância que atravessa não só as crianças, mas também os adultos.
Levando a sério essa negação de uma alteridade fundamental entre crianças e adultos, lançamos questões epistêmicas sobre pesquisar com crianças de forma a dar conta de suas múltiplas ontologias. Inspiramo-nos pela proposta epistemológica e teórica do autor sul-africano Archie Mafeje e sua crítica às taxonomizações feitas pela Antropologia.
Palavras chave: criança; movimento; rural; taxonomia


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