JANICE CAIAFA: “O fluxo da linguagem, em relação com os fluxos que não são feitos de linguagem, que são ações e paixões, é o que quero entender”.

Autores

  • Maria Lucia Guimarães de Faria Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
  • Eduardo Coelho Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)

DOI:

https://doi.org/10.35520/flbc.2011.v3n6a17348

Resumo

Janice Caiafa publicou seu livro de estreia, Neve rubra, em 1996. Desde então, vem consolidando uma poética caracterizada por diálogos com outras linguagens e alto rigor construtivo, que podem ser constatados ainda em Fôlego (1998), Cinco ventos (2001), Ouro (2005) e Estúdio (2009).

Sua lírica revela uma tensão contundente entre o concreto e o abstrato, o som e o sentido, lançando diversos questionamentos sobre a própria natureza da linguagem poética. É uma discussão profunda, que muitas vezes parece se valer de sua experiência como antropóloga e como tradutora.

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Publicado

2011-12-30

Como Citar

DE FARIA, Maria Lucia Guimarães; COELHO, Eduardo. JANICE CAIAFA: “O fluxo da linguagem, em relação com os fluxos que não são feitos de linguagem, que são ações e paixões, é o que quero entender”. Fórum de Literatura Brasileira Contemporânea, [S. l.], v. 3, n. 6, 2011. DOI: 10.35520/flbc.2011.v3n6a17348. Disponível em: https://revistas.ufrj.br/index.php/flbc/article/view/17348. Acesso em: 3 abr. 2026.

Edição

Seção

Entrevistas