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ROSA AMANDA STRAUSZ: “A poesia e a prosa são muito mais transgressoras que o rock”.

Ana Clara das Vestes, Dau Bastos, Maria Cecília Rufino, Priscila Santos

Resumo


Rosa Amanda Strausz é afiada desde que começou a publicar, no início dos anos oitenta. À época, já demonstrava tamanho talento para a desbasta que fundia síntese e elegância. A concentração no texto lhe possibilitava transitar por variados veículos: divertia-se como uma das editoras do ouriçado jornal independente Luta & Prazer e pagava as contas fazendo reportagens para comportadas revistas femininas.

Aprofundou essas experiências na ficção, campo em que estreou com o livro de microcontos Mínimo múltiplo comum (1990). Desde então, alterna-se entre textos para adultos e histórias juvenis. A predominância dos últimos se deve à inspiração do cotidiano com os três filhos, assim como ao estímulo de críticos e leitores, que veem em seus escritos para jovens um acabamento digno de todo aplauso.

A escritora concedeu este depoimento em seu apartamento, no bairro de Laranjeiras, onde acolheu Ana Clara das Vestes, Dau Bastos, Maria Cecília Rufino e Priscila Santos. Entre os assuntos, destacam-se a concisão com que sua prosa se aproxima da poesia e a sensibilidade de Rosa Amanda Strausz se assumir escritora do Terceiro Mundo, ao mesmo tempo que se insurge contra a ideologização das escolhas de livros de literatura pelas escolas.

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DOI: https://doi.org/10.35520/flbc.2012.v4n8a17369

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