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Arquitetura para escombros. Migalha, de André Luiz Pinto

Paulo Ferraz

Resumo


Paulo Ferraz realiza uma leitura atenta e minuciosa dos poemas de Migalha (2019), de André Luiz Pinto. O entulho da marca gráfica de dois anos inesquecíveis lampejará nos olhos do leitor do livro e da resenha: 2013 e 2016 marcam traumaticamente a história de um Brasil que parecia haver recebido alguma migalha de melhoria coletiva. Em resistência tonificada pelo talento, André Luiz Pinto conseguiu a proeza de fazer poesia de qualidade a partir da tristeza implantada pelo golpe.

Palavras-chave


poesia brasileira contemporânea; golpe de 2016; experimentação

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DOI: https://doi.org/10.35520/flbc.2019.v11n21a26530

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