OS LIMITES ENTRE O DISCURSO FACTUAL E O DISCURSO FICCIONAL

Auteurs-es

  • Marcos Francisco Pedrosa UFRJ

Résumé

Neste ensaio, nos propomos a discutir os limites entre o discurso factual e o discurso ficcional a partir da obra Os sertões de Euclides da Cunha e dos textos de Nelson Rodrigues. Se o debate sobre a demarcação entre o factual e o ficcional já se mostra problemático e encerra mesmo uma discussão que dura quase um século para os que têm se dedicado à exegese do mais falado texto euclidiano, ela se torna ainda mais complexa ao se considerar os escritos de Nelson Rodrigues.

Téléchargements

Les données relatives au téléchargement ne sont pas encore disponibles.

Références

BERNUCCI, Leopoldo M. A imitação dos sentidos. São Paulo: Edusp, 1995.

___________. “Prefácio”. In: CUNHA, Euclides. Os sertões -- campanha de Canudos. São Paulo: Atêlie Editorial, 2001. p. 1349.

COUTINHO, Afrânio. “Os sertões, obra de ficção”. In: CUNHA, Euclides. Obra completa. Reimpressão atualizada da 1ª. edição. Vol.2. Rio de Janeiro: Editora Nova Aguilar, 1995. p. 6176.

COSTA LIMA, Luiz. “Nos Sertões da oculta mimesis”. In: COSTA LIMA, Luiz. O controle do imaginário -- razão e imaginação nos tempos modernos. Rio de Janeiro: Editora Forense Universitária, 1989.

FOUCAULT, Michel. A verdade e as formas jurídica. 3ª. edição e 1ª. reimpressão. Rio de Janeiro: Nau Editora, 2003.

SEVCENKO, Nicolau. A literatura como missão -- tensões sociais e criação cultural na Primeira República. 1ª. reimpressão. São Paulo: Editora Brasiliense, 1999.

SCHWARTZ, Adriano. “Euclides entre a ficção e a história”. In: Folha de São Paulo. Caderno Mais!. 26 de outubro de 2003. p145.

Publié-e

2017-04-04

Numéro

Rubrique

Artigos