Teatro da agressão: a guerrilha “combativa e combatida” na obra de José Celso Martinez Correa

Arthur Fontgaland Gomes, Maíra Pereira da Costa

Resumo


Este artigo se debruça sobre o lugar político das peças teatrais brasileiras no final da década de 1960, período de recrudescimento do regime militar brasileiro, concentrando-se no teatro violento proposto por José Celso Martinez Corrêa, diretor e presidente do Teatro Oficina. Dessa forma, partimos da análise de duas peças - O rei da Vela (1967) e Roda Viva (1968) - montadas por Zé Celso e circunscritas em um contexto sociopolítico efervescente, a fim de apreender os elementos políticos por elas acionados. Busca-se, portanto, compreender em que medida o “Teatro da Agressão” se posiciona frente a complexa e ambivalente relação entre as chamadas cultura cooptada e cultura de resistência.

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