Megaeventos como plataforma de promoção do Rio de Janeiro no âmbito global

Amanda Alcantara de Melo, Julia Mariano Zordan, Marianna Gonçalvez Abreu

Resumo


O Rio de Janeiro, após ser escolhido como cidade sede de quatro megaeventos nos últimos nove anos, verificou uma intensificação no recebimento de fluxos financeiros,
comerciais, humanos e de informação. O presente artigo busca mostrar que esse contexto propulsionou seu reposicionamento nos mercados nacional e internacional, o que poderia levar, futuramente, a sua ascensão à condição de “cidade global” - segundo termo cunhado por Saskia
Sassen. De acordo com a análise, este processo ocorre devido ao que David Harvey chama de “ajuste espacial”: uma necessidade típica do capitalismo de mudanças espaciais que possam acomodar os fluxos recebidos e enviados por algum lugar, frutos do processo de globalização.

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