Mercantilismo e Desenvolvimento Econômico: Dinâmica Shumpeteriana, Construção Institucional e Benchmarking Internacional

Erik S. Reinert, Sophus A. Reinert

Resumo


Na maioria das artes e ciências – da astronomia à zoologia – Renascimento representa um divisor de águas qualitativo na história humana, e historiadores estão geralmente coesos em considera-lo um período de fermento intelectual sem precedentes. Ecos de da Vinci, Galileu, e Maquiavel ainda ressoam na forma como abordamos arte, ciência, e coexistência humana, e é notável como estes desenvolvimentos alcançaram ‘fora da Itália’ (Braudel, 1991). Como uma pré-condição para isso, o Renascimento foi também um período no qual os poderes produtivos das pequenas cidades-estado européias permitiram uma grande parte da população viver livre de pobreza. Onde o feudalismo tinha fornecido riqueza para muito poucos e miséria para a maioria, cidades-estado da Renascença pela primeira vez assistiram uma situação onde artesãos, comerciantes e funcionários públicos encheram as fileiras de uma nova classe média.

Palavras-chave


Mercantilismo, Desenvolvimento Econômico, Renascimento, Dinâmica Schumpeteriana

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