O MOTIVO ÉPICO DA IMORTALIDADE HEROICA E OS DESDOBRAMENTOS SEMÂNTICOS DA FAMA A PARTIR DA ENEIDA DE VIRGÍLIO

Autores

  • Thiago Eustáquio Araújo Mota Professor adjunto de História Antiga da UPE, campus Petrolina, doutor em História pela Universidade Federal de Goiás, coordenador do Grupo de Estudos sobre Épico e Performatividade na Antiguidade (Geepa).

DOI:

https://doi.org/10.26770/phoinix.v24.2.n5

Palavras-chave:

fama, rumor, imortalidade, apoteose.

Resumo

Neste artigo discutimos dois expedientes complementares da imortalidade heroica a partir do épico virgiliano: a boa fama como veículo da uirtus e da gloria, e a imortalidade que resulta do arrebatamento do herói para junto dos deuses, a apoteose. Juntamente com a perspectiva da elevação sideral do herói no post-mortem e sua inscrição no panteão romano, o poeta opera com outra noção de imortalidade cuja expressão deriva mais diretamente do substrato humano. A partir da análise de trechos da Eneida, buscamos refletir sobre o variado espectro de usos e sentidos da fama no léxico virgiliano. Esta pode aproximar-se, por um lado, da noção de rumor
político ou boato que se espalha e, por outro, designar o bom renome do indivíduo, construído em vida.

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Publicado

2020-02-18

Como Citar

MOTA, Thiago Eustáquio Araújo. O MOTIVO ÉPICO DA IMORTALIDADE HEROICA E OS DESDOBRAMENTOS SEMÂNTICOS DA FAMA A PARTIR DA ENEIDA DE VIRGÍLIO. PHOÎNIX, [S. l.], v. 24, n. 2, p. 90–107, 2020. DOI: 10.26770/phoinix.v24.2.n5. Disponível em: https://revistas.ufrj.br/index.php/phoinix/article/view/32378. Acesso em: 29 fev. 2024.

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