JULIANO CÉSAR E A CONSTRUÇÃO DE SEU CONCEITO DE AMIZADE ENTRE A FILOSOFIA NEOPLATÔNICA E AS PRÁTICAS MILITARES (355 – 361 D.C.)

Margarida Maria de Carvalho, Larissa Rodrigues Alves

Resumo


Intentamos, no presente artigo, desenvolver algumas atitudes de Juliano enquanto César de Constâncio II, contexto esse bem menos pesquisado do que a sua fase como imperador. Desse modo, chamou-nos a atenção a maneira como Juliano lidou com suas tropas militares na região da Gália, ao ponto de ser proclamado imperador ainda no governo de Constâncio II. Ao mesmo tempo, quando lemos suas cartas como César, verificamos seus intensos sentimentos de amizade para com seus destinatários. Formulamos a hipótese, então, de que, ao escrever o Panegírico em honra ao imperador Constâncio II, Juliano fez, em vários momentos, uma projeção de si mesmo ao relatar as virtudes por ele valorizadas. Logo, temos como objetivo analisar algumas seções desse discurso associadas às suas missivas enquanto César, para delinear seu conceito de amizade. Essa concepção, nunca trabalhada até os dias de hoje, é de extrema importância para a historiografia e para o professor Guarinello, a quem estamos dedicando este artigo.

Palavras-chave


Antiguidade Tardia; imperador Juliano; neoplatonismo; tropas militares; amizade.

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DOI: https://doi.org/10.26770/phoinix.v27n2a3

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