MAPAS, CONSTELAÇÕES, ESPIRAIS: A REDE EM DELIGNY, BENJAMIN E DELEUZE

Luiza Borges

Resumo


Esse artigo propõe a aproximação entre três autores e três artistas através de três movimentos do pensamento: os mapas, as constelações e as espirais. A rede concebida nas pesquisas de Fernand Deligny sobre as crianças autistas reflete o rizoma deleuziano que, por sua vez, recorre à constelação benjaminiana para se estabelecer como um modo de pensar que privilegia a contingência no lugar da linearidade previsível. Esses movimentos permearam as obras de Tomás Saraceno, Gerhard Richter e Osman Lins, artistas que compartilham entre si a linha errática do acaso.


Palavras-chave


Rede; constelação; espiral; Deligny; Deleuze; Benjamin

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