CORPO E DISCURSO: LULA (1979-2023) E O POVO BRASILEIRO
DA SUA GOVERNAMENTALIDADE À BIOPOLÍTICA DE DIVERSIDADE, DIREITOS HUMANOS E INCLUSÃO
DOI:
https://doi.org/10.61358/policromias.2024.v9n3.66573Resumo
O texto está teoricamente filiado na Análise do Discurso. São mobilizados os autores Pêcheux, Foucault e Courtine, dentre outros. O corpus analítico é composto por cinco textos-imagens que circularam nas mídias. Duas são fotografias durante a posse presidencial de Lula, em 1º de janeiro de 2023, em seu terceiro mandato. A terceira é o logo do governo federal. A quarta é de Lula em 2018. A quinta fotografia é de Lula em 1979, em assembleia do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em São Bernardo do Campo/SP. Coloco em análises materialidades de corpos e emoções em discursos. Analiso o processo de significação da governamentalidade de Lula em suas práticas de governar e a sua biopolítica atenta à diversidade do povo brasileiro. Diferente do ato de silenciar e/ou de apagar a diversidade socialmente, o Governo de Lula afirma direitos aos seus corpos, presentificados na ordem do corpo da língua e do corpo da imagem, simbolicamente ao (im)pulsionar tais brasileiros em práticas sociais, dando visibilidade e legitimação à constituição de seus saberes por direitos e poderes legais de existência e significância. Diante disso, busco discutir o funcionamento do corpo como materialidade discursiva, por meio de significantes de direitos, de memória de lutas de reivindicação à visibilização, de poderes, ao estabelecer relações de existência com a dignidade da pessoa humana e com os direitos humanos no Estado Democrático de Direito.
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