Fisiologia e retórica no jogo do ator experimental no cinema
DOI:
https://doi.org/10.61358/policromias.2026.v11n2.75072Palavras-chave:
Cinema experimental, Estudos atorais, Fisiologia, RetóricaResumo
O jogo do ator cinematográfico sempre se debateu com certas fronteiras metodológicas e éticas que o assombraram. Por séculos, o ator se viu diante do dilema maior de seu trabalho: priorizar a simulação ou efetivar um jogo corpóreo in totum? Após o período clássico do cinema industrial (1910-40), emergiu da invisibilidade uma série de estilos de figurações atorais subversivas, poéticas e confrontadoras que colocaram o corpo do ator como elemento primeiro de suas prioridades discursivas. Salas de autópsias, procedimentos clínicos variados, torturas, tratamentos médicos invasivos, necessidades fisiológicas expostas e figurações abjetas se tornaram momentos menos raros nesse cinema subversivo aqui analisado.
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