A miséria da crítica heterodoxa: primeira parte - sobre as críticas

Marcos de Barros Lisboa

Resumo


O ensino da teoria neoclássica em diversas universidades brasileiras segue com freqüência um roteiro algo previsível: ao longo das primeiras aulas o professor sistematiza os primeiros capítulos de algum manual de micro ou macroeconomia neoclássica para graduação, destacando, com especial ênfase, as hipóteses utilizadas. Segue-se uma breve discussão sobre como uma casual evidência empírica revela o total absurdo destas hipóteses. A conclusão inevitável é o necessário abandono da teoria neoclássica e a urgência de uma teoria alternativa. Dependendo da universidade em questão esta teoria alternativa pode ser: pós-keynesiana; neo-ricardiana; neo-shumpeteriana; marxista; ou qualquer combinação criativa das alternativas anteriores.

Palavras-chave


método; equilíbrio; tradição neoclássica

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