Espraiamento da Covid-19 pelo Município do Rio de Janeiro e suas Desiguais Manifestações Espaciais

Bruno Pereira Nascimento, João Victor Sanches Patrício

Resumo


O presente estudo versa sobre as lógicas espaciais atreladas às desiguais trajetórias de difusão da SARS-COV-2 pelo município do Rio de Janeiro, no início da sua proliferação pandêmica, tendo como recorte temporal os meses março, abril e maio de 2020. As temáticas discutidas foram segmentadas em duas partes, quais sejam: 1. resgate do espraiamento dos casos (sub)notificados de pessoas diagnosticadas com Covid-19 nos bairros da cidade e 2. contradições sociais e respostas governamentais de mitigação da pandemia. Os indicadores de casos e óbitos foram obtidos através de bancos de dados oficiais, sendo a principal fonte o Portal Rio Covid-19. Dentre os resultados, identificou-se que a doença inicialmente se concentrou na Barra da Tijuca e nos bairros da Zona Sul; o vírus rapidamente se espraiou pelo município, adquirindo incidência destacada na Zona Oeste e as maiores taxas de letalidade e subnotificação notadamente se concentram em áreas de favelas.


Palavras-chave


SARS-COV-2; Covid-19; Rio de Janeiro; Difusão Espacial; Subnotificação

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DOI: https://doi.org/10.36403/espacoaberto.2021.36304

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Direitos autorais 2021 Bruno Pereira Nascimento, João Victor Sanches Patrício

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ISSN: 2237-3071