A crítica e a gravura artística - anos 50-60: entendimentos da experiência informal

Maria Luisa Tavora

Resumo


A crítica à gravura artística, no Rio de Janeiro, nos anos 50-60, tratou-a de forma ambivalente: como meio de expressão, nos termos da arte moderna, e como métier, segundo as exigências da tradição; posição problemática sobretudo quanto às obras informais, expressão trabalhada nos limites da experiência individual que tem no experimentalismo sua condição de elaboração. Essa condição provoca reformulações conceituais que demandam da crítica outro modo de conceber o artista-gravador e sua arte.


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e-ISSN: 2448-3