Respostas Agudas e Adaptações Crônicas no Tecido Muscular ao Treinamento Intervalado de Alta Intensidade: Uma Abordagem Molecular

Diego Viana-Gomes, Fabio L.C. Cahuê, Luciane C Barcellos, Verônica P Salerno

Resumo


O Treinamento Intervalado de Alta Intensidade (HIIT) tem sido bastante explorado na literatura em função da eficácia de gerar resultados semelhantes aos do exercício aeróbio de longa duração, todavia, com duração muito inferior. HIIT é um modelo de treino que envolve estímulos máximos ou submáximos de esforço intercalado com períodos de recuperação. Algumas investigações avaliam as diferentes evidencias moleculares de forma aguda e crônica dessa prática, entretanto, poucos treinadores compreendem como ocorrem as adaptações a nível molecular. A contração do músculo esquelético aumenta a quebra de ATP, o fluxo de cálcio e inicia a transdução de sinais que modulam o aumento da densidade mitocondrial, como AMPK, CaMK, p38MK, SIRT1 e PGC1α. O objetivo desta revisão é descrever as respostas agudas do exercício a nível molecular, assim como as adaptações crônicas do treinamento físico que modulam a melhora da capacidade física.


Palavras-chave


Treinamento Intervalado de Alta Intensidade; Metabolismo; PGC1alfa; Adaptações musculares

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