COMPARAÇÃO DA POSIÇÃO ESTÁTICA DA ESCÁPULA ENTRE INDIVÍDUOS QUE PRATICAM E QUE NÃO PRATICAM ESCALADA ESPORTIVA UTILIZANDO O PALM®

Bernardo Barbosa Vilar, Ricardo Luiz Carneiro

Resumo


A escalada esportiva é um esporte de aventura e a cada dia ganha novos adeptos, porém poucos são os estudos relacionados às adaptações posturais no ombro dos praticantes. O objetivo deste trabalho descritivo foi mensurar o posicionamento estático das escápulas de escaladores (grupo1) e comparar com indivíduos não escaladores (grupo2). Métodos: Trinta indivíduos saudáveis de ambos os sexos, sendo 15 escaladores (27,26 À3,86 anos; 1,72 À 5,79m; 66,1 À 8,98kg) que treinam no mínimo 3x por semana e escalavam sem quedas uma via 6c e 15 não escaladores (25,4 À3,31 anos; 1,75 À 9,21m; 72,1 À 13,10kg). A mensuração do posicionamento escapular no plano frontal foi realizada com o PALM®. Resultados: A rotação (39,2°À 3,80 e 39,0°À 3,87) e a abdução escapular (do lado esquerdo 1,72À0,26) foram significativamente maiores no grupo 1 (p ≤ 0,05) quando os resultados foram comparados com o grupo 2(RE1=35,7° À4,85; RE2=35,4° À4,56 and PE2=1,57 À0,12). Conclusão: O posicionamento das escápulas no grupo 1 é diferente do grupo 2, sendo que a rotação superior e a abdução esquerda são maiores no grupo 1. Mais pesquisas são necessárias com uma amostra maior e também para correlacionar estes achados com possíveis lesões no complexo do ombro destes indivíduos.

Palavras Chave: Posicionamento Escapular; Adaptações Musculares; Especificidade dos Movimentos.


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ISSN 1809-9556.

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