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ARMANDO FREITAS FILHO: “Minha grande façanha intelectual foi me encantar com Bandeira, mas preferir Drummond, quando tinha 15 anos”.

Angelo Gomes, Dau Bastos, Mariana Ferreira

Resumo


Armando Freitas Filho desenvolve seu trabalho com uma regularidade que lhe possibilita garantir que dedica três anos a cada livro: dois escrevendo-o e um reescrevendo-o e cotejando-o com a poesia alheia e com a sua própria. Os primeiros volumes foram pagos do próprio bolso e, merecedores das melhores críticas e do carinho dos amantes da boa poesia, pavimentaram o acesso a grandes editoras.

Nada disso, porém, instaura tranquilidade ou acomodação. Ao contrário, escrever se torna um desafio crescente, que Armando enfrenta com rigor de literato e vigor de atleta. Se lê prosa para descansar (carregando pedras), devora poesia e ensaio com uma aplicação de aprendiz. Absorve continuamente as lições deixadas por Bandeira, Drummond e João Cabral, mantém uma profícua interlocução com poetas mais novos, nutre amizade com os maiores críticos em atividade e passa várias horas ao dia labutando como um operário da palavra.

Em sua casa no bairro carioca da Urca, recebeu Angelo Gomes, Dau Bastos, Eucanaã Ferraz e Mariana Ferreira para uma longa conversa durante a qual desfiou vivências, descobertas e reflexões.

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DOI: https://doi.org/10.35520/flbc.2012.v4n7a17353

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