RUBENS FIGUEIREDO: “A literatura como instituição ou como negócio não me desperta o menor entusiasmo”.

Autores

  • Ana Ligia Matos Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
  • Dau Bastos Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)

DOI:

https://doi.org/10.35520/flbc.2012.v4n7a17355

Resumo

Rubens Figueiredo resiste bastante a falar sobre a própria obra. Esta entrevista é fruto de nossa insistência e se compõe de respostas recebidas pela internet, a partir de perguntas que Ana Ligia Matos e Dau Bastos formularam.

O pudor do ficcionista se estende à avaliação dos quatro romances e dos três livros de contos que publicou em vinte anos. Além de lhes negar grande importância, não se acredita com experiência suficiente para dar dicas aos novos autores. Aliás, chega a se confessar tão desorientado quanto no começo da carreira literária.

A tenacidade com que desfaz do caminho trilhado e da própria criação talvez explique a salutar crise que o levou a trocar o tom galhofeiro da louvada trilogia inicial pelo timbre grave de um mergulho honroso no lado obscuro da vida.

A reviravolta apenas aumentou o entusiasmo do público, que pôde apreciar o mesmo talento enfrentando o difícil desafio de abordar as trevas que nos povoa e oferecendo um texto igualmente caprichoso, para uma leitura das mais inspiradoras e aprazíveis.

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Publicado

2012-06-30

Como Citar

MATOS, Ana Ligia; BASTOS, Dau. RUBENS FIGUEIREDO: “A literatura como instituição ou como negócio não me desperta o menor entusiasmo”. Fórum de Literatura Brasileira Contemporânea, [S. l.], v. 4, n. 7, 2012. DOI: 10.35520/flbc.2012.v4n7a17355. Disponível em: https://revistas.ufrj.br/index.php/flbc/article/view/17355. Acesso em: 3 abr. 2026.

Edição

Seção

Entrevistas