A arte da confissão, do fingimento e da (dis)simulação meta-ficcional, em As confissões de Ralfo, de Sérgio Sant'anna

Maria Aparecida Rodrigues, Mário Carlos Cortez Nogueira

Resumo


O propósito deste artigo é demonstrar que as Confissões de Ralfo, de Sérgio Sant'Anna[1] é um projeto estético de um autor-ficcional sobre a sua autobiografia, denominada “imaginária”. O objetivo estético de Sérgio Sant'Anna constitui na criação de uma escrita-arte que se referisse a si própria. Para isso, usou como recurso literário a metalinguagem, a confissão, a (dis)simulação e o fingimento. O artigo visa, ainda, compreender a escrita de si no contexto da literatura brasileira contemporânea, com enfoque na hermenêutica fenomenológica.

Palavras-chave: Autobiografia, metalinguagem, fingimento, confissão, (dis)simulação.

 

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