A memória reconstruída: a voz feminina em Beatriz Bracher

Gabrielle Paulanti

Resumo


Este artigo debruça-se sobre a Memória e a sua relação com a Literatura de voz feminina no romance Azul de Dura (2002) de Beatriz Bracher. Tal aproximação se justifica identificando Memória e Literatura como duas manifestações sociais, ou seja, o meio social não apenas influencia, mas é meio gerador. Essa perspectiva pretende deter-se nas questões referentes à sociedade patriarcal que oprime a expressão e a voz feminina e a deixa alijada do processo de sujeito da História.

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