FÓRMULAS E SENTIDOS PARA O DESTINO NOS POEMAS HOMÉRICOS

Autores

  • Nuno Simões Rodrigues Professor da Universidade de Lisboa (CH-ULisboa/CECH-UC).

DOI:

https://doi.org/10.26770/phoinix.v24.2.n2

Palavras-chave:

poemas homéricos, Destino, moira, Zeus, predestinação.

Resumo

Apesar de ser um dos temas frequentemente citados pelos filólogos para abordar a questão da datação dos Poemas Homéricos, em particular a relação cronológica entre a Ilíada e a Odisseia, a realidade é que esta é uma problemática complexa e pouco consensual. Os problemas começam logo no fato de o(s) poeta(s) não utilizar(em) sempre a mesma fórmula ou vocábulo para traduzir a ideia do que por norma traduzimos por «destino». Este ensaio pretende tratar da questão, chamando a atenção para o que consideramos ser um erro metodológico comum: a adaptação forçada do que os Gregos entendiam por moira, e.g., com o que no século XXI se entende por Destino.

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Publicado

2020-02-18

Como Citar

RODRIGUES, Nuno Simões. FÓRMULAS E SENTIDOS PARA O DESTINO NOS POEMAS HOMÉRICOS. PHOÎNIX, [S. l.], v. 24, n. 2, p. 44–54, 2020. DOI: 10.26770/phoinix.v24.2.n2. Disponível em: https://revistas.ufrj.br/index.php/phoinix/article/view/32374. Acesso em: 5 mar. 2024.

Edição

Seção

Artigos