NOVAS INTERPRETAÇÕES SOBRE AS CONDIÇÕES DE SURGIMENTO DO ESTADO NO EGITO ANTIGO

Alexandre Galvão Carvalho

Resumo


O Estado faraônico não deve ser entendido a partir dos pressupostos do Estado Moderno. A historiografia atual tem enfrentado o tema diante de novas perspectivas, voltando-se para os limites do exercício da autoridade, as redes de poder sustentadas pela elite e suas instituições, a formação e transformação dos setores dominantes e as relações de poder entre o centro e as províncias. Por outro lado, as condições de possibilidade do surgimento do Estado devem ser pensadas a partir das lógicas sociais e das relações de produção do Pré-Dinástico. Explorando os trabalhos de Marcelo Campagno, Juan Carlos Moreno García e Ciro Flamarion Cardoso, procuramos explicitar esse novo enfoque, destacando as estratégias utilizadas pela monarquia para criar as condições de sua manutenção, por meio das articulações com as elites locais, da organização do trabalho e dos elementos constitutivos da legitimidade estatal.

Palavras-chave


Egito Antigo; Estados Antigos; elites

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DOI: https://doi.org/10.26770/phoinix.v27n2a8

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