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Antropologia histórica da música popular brasileira

Resumo

O texto adota uma abordagem histórico-antropológica da música popular brasileira, destacando seu papel na construção de identidades culturais, marcado por processos de mestiçagem, urbanização e tensões entre práticas populares e projetos das elites. A música popular revela grande capacidade de assimilar influências externas e ressignificá-las como “nacionais”, ao mesmo tempo em que transforma repertórios inicialmente desvalorizados em formas culturalmente legitimadas. A partir do século XX, especialmente após a década de 1970, a indústria fonográfica assume papel central na circulação, no consumo e na afirmação social desses repertórios, articulando interesses econômicos, estratégias de mercado e dinâmicas culturais mais amplas.

Palavras-chave

Música popular brasileira, Identidade nacional, Antropologia histórica, Indústria fonográfica

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Biografia do Autor

Rafael Menezes Bastos

Professor Titular (aposentado, voluntário) do Departamento de Antropologia da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), da qual é também Professor Emérito. Foi professor e pesquisador visitante em várias universidades europeias e estadunidenses, tendo publicado mais de cem artigos e capítulos de livros, cinco livros autorais (um dos quais na Colômbia) e uma coletânea. Entre seus livros, estão A musicológica Kamayurá: para uma Antropologia da comunicação no Alto Xingu e A Festa da Jaguatirica: uma Partitura crítico-interpretativa. Conselheiro editorial de várias publicações no Brasil e exterior, tem sua atuação central na Etnologia e Etnomusicologia Indígenas e nos Estudos sobre a Música Popular.

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