Aprisionamento e libertação: duas antígonas latino-americanas

Eduardo Guerreiro Brito Losso

Resumo


O artigo apresenta uma análise estrutural comparativa de duas peças teatrais
latino-americanas que reatualizam a Antígona de Sófocles: Antígona Vélez (1951), de Leopoldo Marechal (Argentina), e La pasión según Antígona Pérez (1968), de Luis Rafael Sánchez (Porto Rico). A partir de dados formais, o artigo reflete sobre as condições do confronto do indivíduo com os novos tipos de tiranias modernas. Antígona não é só um mártir ficcional: é um exemplo de como encontrar espaço
para o desenvolvimento da autonomia individual.

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